Bandidos Bissau, bandidos Lisboa

sem nome

O incidente a partir de Bissau, representativo de bandidagem. A repercussão em Lisboa. Representativa da bandidagem. Uns lá, outros cá. Uns mais declarados, outros menos. As coisas, os incidentes, as ocorrências, os/e as personagens devem ser descritas como aquilo que representam na realidade e não mais (nem menos) que isso. A Guiné-Bissau, na elite, é um país a transbordar de bandidos. Os maiores e com mais responsabilidades são das elites militares e políticas. Desde o maioral do exército (forças armadas) até à presidência da República. Julgar tais personagens bandidos talvez seja pouco. Em Portugal, por enquanto, salvam-se as elites militares (tememos que por pouco tempo) mas a presidência da República e o governo pouco ou nada tem em abono da sua exigida idoneidade, que se saiba. Isso significa que entre bandidos tudo está bem… Se acabar em bem. Como os elementos do voo da TAP (acerca das ameaças armadas) não esconderam a faceta bandidesca em Bissau – por causa dos sírios refugiados – criou-se uma “crise diplomática” que é só aparente e de que a UE já se livrou deixando a batata-quente para o governo português e para o aparente (mas inútil) presidente da República, Cavaco Silva. Seja como for, aconteça o que acontecer, certo é que o que mais importa são os direitos de refugiados das pessoas vindas da Síria, sírios. Por acaso até nem são pobres. Pagaram bem para chegar a Bissau e depois a Lisboa. Repetindo: Gastaram do bom e do melhor para chegar a Bissau num corredor existente e muito caro que os fez chegar a Lisboa. Mas importantes são eles, as pessoas. Homens, mulheres e menores. E sobre isso quase não se ouve falar. Sim, eles trazem dólares. Muitos. O que para os do governo e para Cavaco Silva é muito mais importante, pelo que é visto pelos portugueses. Se acaso fossem uns pobretanas quaisquer já não mereciam coisa alguma para além de desprezo, supõem-se. O costume, nesta elite portuguesa subjugada aos valores dos cifrões e tão enleados em casos obscuros, dúbios – como é caso de Cavaco. Está aqui posta em causa a honestidade política de Cavaco? Sim, pois está. Mas o que aqui está explicitamente é o que a maioria dos que escrevem e emitem opinião não fazem. O que não é novidade. Presumimos que temos um PR de honestidade dúbia que até nem se deve preocupar com a bandidagem de Bissau e se devia preocupar com a bandidagem em Lisboa, em Portugal. Devia pronunciar-se contra isso. Contra a falta de honestidade de certos e incertos compatriotas. Não o faz. Parece que nem sequer tem autoridade moral (ou outra) para isso. Bissau e Lisboa, no mínimo, nessas capitais, nesses países, as populações estão enojadas e fartas de toda esta bandidagem. Só mais uma adenda: Bom nome de Cavaco ou dos do governo? Credo, como tal será possível? Pergunte–se: Como foi que aqueles sírios chegaram a Bissau e prontos e embarcar (à força)  em Bissalanca? Qual foi o preço? Qual será, agora, o preço? Tráfico de milionários ou proteção a refugiados? Seja como for, o certo é que as pessoas são o mais importante e eles, aqueles sírios, são refugiados de uma guerra terrível.

Pepe

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