Passos, Seguro… Já não há pachorra

sem nome

O farsante que é primeiro-ministro de Portugal, Pedro Passos Coelho, continua com a sua compulsividade agravada remoinhando na mentira e na técnica “sábia” de se mostrar “convencido” disto e daquilo para enganar, enganar e falar de borla ou para iludir trouxas. Vai daí, dos jornais, Passos “manifestou-se hoje convencido de que é possível, até abril, um acordo com o PS quanto aos limites da despesa pública, o que dará tranquilidade aos mercados para obter juros baixos após a saída da ‘troika’. Um acordo com o PS. Esse tem sido sempre o objetivo de Passos, de Portas, de Cavaco e do governo. Enredar o PS – ainda mais do que aquilo que está – em toda esta situação de descalabro nacional. Entretanto, Seguro, secretário-geral do PS, responde às palavras de Passos dizendo que “o desafio lançado pelo primeiro-ministro para um “acordo” com o PS quanto aos limites da despesa pública demonstra que Passos Coelho está “perdido e desnorteado”. Que não. Que nunca por nunca ser se deixará enlear ainda mais na situação de “crise” e de responsabilização (para além da que já tem do passado) de que Passos (e a direita extrema) quer arrastar o PS. Seguro não disse com estas palavras mas foi o que quis dizer, no mínimo. Entretanto Portugal e os portugueses estão reféns destes jogos perpetrados por um farsante, apoiado claramente por outros dois (Cavaco e Portas) para não referir os seus compadres banqueiros e muitos outros da alta finança e empresariado, além dos grupelhos de saudosistas do salazarismo moderno que Passos e Cavaco têm a todo o transe implementado. E daqui não se sai. Que Portugal está melhor, que a luz ao fundo túnel está já ali… Francamente, não vimos nada disso. As vidas dos portugueses está um estouro, está uma miséria, estamos na miséria e só uns quantos é que se têm locuptado com os lucros da pobreza gerada às ordens destes autênticos sugadores insaciáveis que se apoderaram do poder para nos empobrecer e enriquecerem. Melhor seria que se calassem, já que nada de jeito produzem em prol do melhor para Portugal. Seguro que faça em vez de dizer que faz. Está mais que na hora deste governo se ir embora. Falar e daí nada resultar não é ser oposição mas sim um joguinho de faz-de-conta. Francamente, já não há pachorra.

Pepe

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