Mandela day

imagesCAHLZRU1

Dia de Nelson Mandela. São todos os dias. Todos os dias são dias de luta pela libertação. Todos os dias temos de lutar contra o apartheid entre os muito pobres e os muito ricos. Entre os pobres e os que não se consideram pobres – sendo-o mas que se dizem da classe média. Uma pobreza… de espírito e falta de noção da realidade ou mascaramento de ilusório bem-estar. Nelson Mandela, quem não sabe quem foi, quem é, Nelson Mandela? Os que não sabem, esses, coitados, são mesmo pobres e completamente abafados pelos apartheides. São mortos vivos. Ao contrário de Mandela, que vive para sempre em cada dia da nossa libertação. Mandela Day.

Graça Pádua

Anúncios

Deixe um comentário

Filed under Uncategorized

Cavaco – a hipocrisia perto de Mandela

ng2917100

Mandela morreu? Não. Ele perdurará em tudo que nos ensinou. O seu legado será eterno enquanto a memória da humanidade explorada e oprimida – relegada por uns quantos para a sub-humanidade sob a bandeira de falsa democracia, justiça e liberdade – se justificar. Talvez Mandela viva enquanto no planeta existirem dois seres humanos: um explorador e opressor, outro explorado e oprimido. Portanto, Mandela não morreu, o seu legado não se decompôs nem se vai decompor facilmente. Mandela vive em cada um de nós, os explorados e oprimidos globais. É certo que agora ocorrerão aos seus funerais com pompa e circunstância, recheados de hipocrisia. Os inimigos e adversários de Mandela de ontem vão estar alinhados nesses mesmos funerais. Vão tecer palavras elogiosas, vão mentir, vão soltar as suas altas doses de hipocrisia, vão inventar peripécias das suas privacidades com aquele grande ser humano, vão tecer teias de falsidade encobertas em maviosas palavras sobre o gigante que é Mandela, procurando ocultar que tal grandeza os fez soçobrar mas que nem por isso deixaram de ser seus inimigos e adversários. A comprová-lo estão presentes as suas atitudes. As suas decisões e opções políticas e económicas. A comprová-lo está a exclusão (apartheid) a que votam os seus povos. A comprová-lo estão as políticas que advogam e que se resumem a uma frase batida mas que não deixa dúvidas da sua terrível correspondência à realidade: “Os ricos cada vez mais ricos, os pobres cada vez mais pobres”. E ali se alinharão os pseudo venerandos e pseudo amigos de Mandela, na África do Sul, nos seus funerais. Chefes de Estado e primeiros-ministros de quase todo o mundo. Uma passarela de hipócritas onde sobresaírá Obama e outros norte-americanos que têm imposto ao mundo inteiro a submissão e desgraça dos povos em troca, dizem eles, da (pseudo) liberdade e democracia quando na realidade os seus objetivos têm sido e são no presente (será no futuro) explorar e oprimir. Roubar as potencialidades dos povos e dos países que ocupam através de falsidades ou da imposição da guerra. Também Portugal terá a sua cota parte de representação hipócrita nos funerais de Nelson Mandela. Foi escolhido Cavaco Silva, representante das políticas segregacionistas vigentes em Portugal. Adepto fervoroso do apartheid entre pobres e ricos. Da exploração e opressão de uns quantos sobre milhões de portugueses. Cavaco Silva insere-se perfeitamente no corropio da hipocrisia que por estes dias vai desfilar na África do Sul. A grandeza de Mandela ficará indiferente ao desfile fúnebre desses funestos dirigentes da elite mundial. Sorrirá, isso sim, para os que aprenderam a visão da liberdade, justiça e democracia por que lutou e que lhes ensinou e por que continuarão a lutar até derrubarem os mentores executores dos apartheids que aquelas elites presentes e não presentes representam, incluindo Cavaco Silva.

Ana Castelar

Deixe um comentário

Filed under Uncategorized

Bancos. Alto! Isto é um assalto!

389960

A carantonha exposta na fotografia retirada do Público – ver notícia – é conhecida e anda na roda dos bancos. Faria de Oliveira, de seu nome, um cavacogate da bancaria como tantos outros e o próprio Cavaco, aquele que parece múmia em Belém. O desiderato agora é porque a UE quer regular as comissões dos bancos nos pagamentos por multibanco em compras dos supermercados e etc., a UE estuda impôr um teto nas comissões. Vai daí os banqueiros dizem que sendo assim vão ter de comissionar o uso dos clientes nas máquinas ATM (vulgo multibanco). Eles comem tudo, querem tudo, é uma fartazana para a máfia da bancaria. Os lucros dos bancos foram gigantescos durante quase toda a década de 2000 a 2010… e eles já queriam locupletar-se com as tais comissões. Agora vai ser de vez. E então com Cavaco e com Passos nos poderes é trigo-limpo. Fortunas é quanto estes salafrários levam para casa em vencimentos, em comissões, em mordomias… Mas isso não conta para nada. É negociatas a torto e a direito… Mas isso não conta para nada. É facilidades nisto e naquilo. É roubar aos contribuintes para financiar a bancaria dita descapitalizada por via de verdadeiros roubos… Mas isso não conta para nada. Como alguém dizia: para roubar um banco o melhor é ser banqueiro. Realmente é verdade. Entretanto, como o banco roubado depois é financiado pelos contribuintes, estes, em última análise, são os tais trouxas que são sempre roubados. Ao menos que cumpram a tradição e digam: Alto! Isto é um assalto! É fartar salafrários!

Robles Neto

1 Comentário

Filed under Uncategorized

Aguiar Branco. Negociata dos estaleiros

sem nome

A negociata do governo com a Martifer vem mais ou menos explicada no Expresso. Sendo assim, Aguiar Branco, ministro da Defesa, que tem a tutela dos Estaleiros de Viana do Castelo, oferece de mão-beijada os estaleiros a uma empresa que até nem tem no seu historial “experiência na construção de navios mas sim de barcos e barquinhos para navegarem no rio Douro” – disse-o o Presidente da Câmara Municipal de Viana do Castelo. Porém, esse facto por si só não é entrave de monta, nem outros, para o ministro do ataque, digo, da Defesa. Pior ainda é a negociata e os milhões que saem dos bolsos dos contribuintes para financiar a Martifer ao longo de anos, assim como os milhões a pagar aos trabalhadores… pelo Estado (por nós) quando aquilo que o ministro e o governo alegam é que não há dinheiro para recuperar os Estaleiros nem as “regras” da UE permitem (mas para a negociata já permite). Preparem a carteira (os que ainda a usam e têm lá alguma notinha) para pagar à Martifer e a quem mais vier. Diz o Expresso no título “Portugueses pagam para a Martifer utilizar Estaleiros de Viana do Castelo” que a negociata está engendrada do seguinte modo: “Cada português pagará 2,18 euros pela subconcessão dos Estaleiros de Viana à Martifer, mas a fatura pode aumentar até 46,28 euros para resolver quase todos os problemas.” Ora se isto não é dar um grande abanão na árvore das patacas à custa dos esbulhados portugueses o que é? Fica a pergunta. E no Expresso diz mais ainda: “O Estado deverá receber um total de 7,05 milhões de euros em rendas que serão pagas pela Martifer para utilizar os terrenos e o equipamento dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo (ENVC) até 2031. Mas muito antes disso, o Estado terá de pagar até janeiro de 2014 cerca de 30 milhões de euros para despedir os 609 trabalhadores dos ENVC.” Boa negociata. O Estado (o governo) recebe pouco mais de 7 milhões e vem roubar aos contribuintes portugueses várias paletes de milhões de euros para oferecer a uma empresa que entra no clube do É Fartar Vilanagem e que agora promete mundos e fundos mas que decerto foi contagiada com o vírus do Bando de Mentirosos chefiados por Passos Coelho e fica, como o governo, sem crédito. O governo (Estado) recebe 7 milhões e oferece quantas dezenas de milhões esbulhados aos portugueses? Boa negociata a deste Aguiar Branco. Branco… mas opaco, não transparente. Por essas e outras aumentaram os ricos em Portugal à custa do desmesurado e desumano aumento dos pobres portugueses miserabilizados. Ora se isto, a negociata, não é dar um grande abanão na árvore das patacas à custa dos esbulhados portugueses o que é? Expliquem, sem sofismas.

Manuel Tiago

2 comentários

Filed under Uncategorized

Cavaco ou Miguel de Vasconcelos?

Sem título

Foi ontem o Dia da Restauração, o 1º de Dezembro. Em 1640, naquele dia, o português traidor Miguel de Vasconcelos, fiel mandatário e executor do Reino de Castela, ocupante do território de Portugal, foi atirado por uma janela do edifício do Terreiro do Paço, em Lisboa, arrastado por cavalos pelas ruas de Lisboa, desfeito em pedaços e comido por câes vadios. Há 373 anos que assim aconteceu. O Reino de Portugal foi restaurado e desde então sempre se comemorou o Dia da Restauração. Foi instituído feriado nacional e outra cousa não seria de esperar e acontecer porque os acontecimentos e a data deverá permanecer inesquecível em prol da memória e da defesa da independência nacional. As gerações presentes e vindouras jamais podem esvaziar a importância do feito de 1640 ou se assim não ocorresse Portugal seria agora um anexo de Espanha e todo o esforço dos nossos antepassados, que lutaram e morreram pela formação e independência de Portugal, seria mandado às urtigas. Seria cousa sem importância. Seria a traição àqueles e a nós próprios. Nos dias de hoje, na realidade, o 1º de Dezembro é cousa sem importância. O feriado daquela data foi abolido e as comemorações, ao que parece, foi atirado às tais urtigas pelo atual governo e pelo atual horripilante presidente da República. O 1º de Dezembro, comemorado sempre na presença do Presidente da República de Portugal, como na monarquia era comemorado com a presença real, viu Cavaco Silva de costas viradas para a efeméride (não conheço notícia da sua presença) o que por si só configura uma traição aos nossos antepassados, pelo menos. Houve a comemoração em Lisboa, é certo, mas, que saiba, a contar com a presença do Presidente da Câmara Municipal de Lisboa, António Costa, segundo descreve publicação da CML, que diz: “Assinalou-se no dia 1º de dezembro a passagem de mais um aniversário do Dia da Restauração (1640), com uma cerimónia oficial organizada pela Sociedade Histórica de Independência de Portugal e pela Câmara Municipal de Lisboa, numa parceria que remonta a 1861. No seu discurso (leia aqui na íntegra), o presidente da Câmara Municipal de Lisboa, António Costa, verberou a decisão governamental de prescindir do feriado que assinalava esta data (posição partilhada, aliás, por todos os oradores), anunciando a intenção da autarquia de prosseguir com a celebração no próximo ano, “não só com esta cerimónia mas transformando o centro de Lisboa numa grande sala de aula coletiva, recriando os acontecimentos que conduziram à libertação de Portugal nos diversos locais onde a História se fez, (…) permitindo fazer desta data uma evocação ainda mais viva e participada”, mobilizando os alunos das escolas.” E prossegue o referido texto de modo mais longo, que pode ver aqui. A fotografia foi retirada da referida publicação. Ali não se vislumbra nenhum Miguel de Vasconcelos Cavaco Silva, nem outros que tal do atual governo. Se no escrito não existir correspondência à verdade corrigirei logo que seja desmentido-informado. É óbvio que sabemos que Cavaco Silva, o horripilante presidente da República, se está borrifando para o 1º de Dezembro, Dia da Restauração, e até para a independência nacional… Mas assim tanto não era de fazer tal ideia. A ilação a tirar é que aquele político está mais virado para a segurança das suas “aplicações” financeiras e negócios que lhe assegurem bom património. Só por leveza de espírito deve-se perguntar por que razão Cavaco veio e está na política e não enveredou nem está no empresariado… ou em banqueiro? Será que o “arrabanha” pela via da política é mais fácil e isento de riscos? Quem não sabe a resposta? Cavaco e associados ou Miguel de Vasconcelos?

Pepe

1 Comentário

Filed under Uncategorized

Não saem. Só se for à paulada

images

“Lei das 40 horas é retrocesso social e civilizacional”, disse Arménio Carlos. Aliás, quase tudo que este governo, a UE, o FMI, os credores e os mercados, têm proposto para Portugal e para os países do sul da Europa representa um retrocesso social e civilizacional. Outros países europeus, mais a norte, também estão a começar a tragar este mesmo “remédio” com o pretexto da crise. Quem manda são os bancos e os mercados. Os poderosos no topo da UE e dos governos estão às ordens de mandantes estranhos ao eleitorado europeu. Portugal não é exceção mas sim um dos principais instrumentos de cobaia, junto com a Grécia. O norte da Europa coloniza o sul e traz o frio e o cinzento da arrogância e do domínio que congela as soberanias dos países e dos povos. É por isso que o Orçamento 2014 é como é. É por isso que fantoches como Cavaco Silva, como Passos Coelho, como Paulo Portas e mais uns quantos a que chamam figuras proeminentes da política portuguesa, são como são. Vendidos. Executores da hipoteca da soberania de Portugal. Assim sendo o que esperam destes agentes a servir interesses antagónicos aos de Portugal? Querem que se demitam? Mas como, se ainda não completaram o cumprimento das suas agendas de traição e de empobrecimento de Portugal? Não saem. Não se demitem enquanto não nos esfolarem até à última particula de pele, até à última gota de sangue. Portugal já está bastante anémico mas pode, se continuar a consentir esta sangria, morrer de vez. A bem, os carrascos não se demitem. Só a mal. Sabemos que já não têm legitimidade para continuar a ocupar os cargos que ocupam, mas é certo que não saem. Só se for à paulada.

Manuel Tiago

1 Comentário

Filed under Uncategorized

Vilar de Mouros, antes foi liberdade

images

Vem aí o Festival de Vilar de Mouros, em 2014. É o festival de música mais antigo de Portugal mas há a considerar prolongadas interrupções. Vai voltar e deseja-se que aconteça todos os anos, sem interrupções. Oxalá (linda palavra de origem árabe) que consigam proporcionar aos que participarem o sabor do primeiro festival, ocorrido em plena época do fascismo, com uma guerra colonial a decorrer, com os portugueses paupérrimos e tacanhos quanto bastasse cumprindo a vontade do obscurantismo do regime ditatorial da época. Um pouco da história: “Em 8 de  Agosto de 1971, por altura das comemorações do IX centenário da doação de Vilar de Mouros à Sé de Tui, foi realizado um festival de música com um formato até então impensável para a época, existindo porém plena liberdade de expressão entre todos aqueles que participaram no Festival de Vilar de Mouros de 1971, o que leva a ser considerado pela crítica nacional e internacional como o Woodstock português. Entre as 30.000 pessoas que assistiram ao festival encontravam-se muitos hippies oriundos de vários pontos da Europa. Na sua edição original, o Festival de Vilar de Mouros foi organizado por António Augusto Barge e apresentou um alinhamento musical variado, cobrindo as áreas de música tradicional, fado, pop e rock.” Na entrada da Wikipédia. Vilar de Mouros foi uma lufada de ar fresco para a sociedade portuguesa de então, principalmente para a juventude. Comparável à “Cornélia” na RTP, com Raul Solnado, Carlos Cruz e Fialho Gouveia. Também aí se ensaiava respirar resistência e liberdade com um pé a forçar o caminho para os degraus da democracia. Que chegaria em Abril de 1974. A mesma democracia que agora em Portugal está a definhar às ordens de Cavaco Silva, dos partidos e do governo que protege e com que se conluia. Vilar de Mouros, então, há dezenas de anos, não foi pautado por alienação mas sim por um nicho de democracia e de liberdade – apesar dos bufos da PIDE que por lá se passeavam. Este Vilar de Mouros que volta não será o mesmo mas pode vir a ser muito melhor se cumprir a tradição. No início, antes, foi liberdade.

Graça Pádua

1 Comentário

Filed under Uncategorized

Violência? Terrorismo governamental!

26nov-new1

A CGTP vai protestar junto da Assembleia da República contra o Orçamento de Estado para 2014. É amanhã, 26 de Novembro, Dia Nacional de Indignação, Protesto e Luta. Prevê-se que terá bastante afluência em Lisboa, apesar de estar previsto que as manifestações aconteçam por muitas cidades de Portugal. Nas palavras do secretário-geral daquela central sindical o protesto em Lisboa não inclui a subida da escadaria frontal à Assembleia da República. A CGTP é contra a violência, diz Arménio Carlos. De facto o palmarés da CGTP em manifestações e naquilo que se sabe não envereda pela violência. Subir as escadas? Perguntaram a Arménio Carlos. “”Não ganharíamos nada se amanhã houvesse confrontos entre os manifestantes e a polícia para subir um ou dois degraus”, respondeu. Afirmando também que “Este OE é violento e demolidor para quem trabalha, para os pensionistas, para os micro e pequenos empresários e para o país”, Muitos estão de acordo, o OE é violento. Demasiado violento. Encorpora a figura de terrorismo governamental. Mas isso todos nós sabemos. Daqui para o terrorismo de Estado vai uma ténue diferença. Deixemos que este governo e este presidente da República se mantenham por mais tempo nos cargos e logo veremos onde vamos parar. Uns aos fornos crematórios e sepulturas, outros meros escravos… enquanto sobreviverem a toda esta violência. Outros ainda a moldarem-se, a acobardarem-se, a colherem mais umas migalhas pelas suas colaborações com os terroristas. Uns quantos, poucos, a elite autoeleita, serão os negreiros e tudo lhes será ainda mais permitido. Adeus democracia de facto. Assim será se permitirmos. E vamos permitir? Terrorismo governamental, não! Contra isso também o dia de amanhã serve para a luta, na AR ou onde acharem por bem. Terrorismo governamental não!

Pepe

Deixe um comentário

Filed under Uncategorized

Perseguem os fumadores. E os judeus?

images1

Já pensaram na localização dos campos de concentração?

Dá para aplicar aquela frase: “A minha alma ficou parva.” O motivo é a perseguição aos fumadores, por enquanto. Dá para perguntar a este governo tão neofascista: E os judeus? Quando começam a perseguir os judeus? E depois perguntar ainda: Já pensaram na localização dos campos de concentração? Escrevendo por miúdos (pois o pretexto são as crianças). Título no Diário de Notícias há dois dias atrás: “Pais fumadores vão ter cadastro”. E depois em destaque: “Governo quer mudar lei do tabaco. Cadastrar os pais que fumam é uma das decisões mais polémicas.” Os neofascistas no governo e na presidência da República estão com a “pica” toda. Refiro o Aventar em “Dizem que é um governo liberal”: “Primeiro levaram os anarquistas, mas eu não me importei porque não era nada comigo. Em seguida levaram alguns operários. Mas a mim não me afectou, porque eu não sou operário. Depois prenderam os sindicalistas. Mas eu não me incomodei, porque nunca fui sindicalista. Logo a seguir chegou a vez de alguns padres, mas como nunca fui religioso, também não liguei. Agora levaram-me a mim.” Não recordo o autor destas curtas linhas da citação mas é antigo, conhecido e muito esquecido. Só se acorda para o pesadelo quando, muitas vezes, já é tarde. Acordem! Este governo e este suposto presidente da República são neofascistas ou qualquer outra coisa do género! Agora perseguem os fumadores, depois os judeus, depois a si, depois o meu vizinho do lado… e depois a mim (não tem de ser por esta ordem). Todos sabemos que fumar faz mal e que não se deve fumar junto das crianças. Haverá até quem não tome em atenção que não deve fumar junto de crianças (para isso devem existir campanhas de sensibilização). Daí a radicalizar a perseguição aos fumadores e cadastrá-los? E depois o que virá a seguir? Qual o pretexto para saber se dá uma queca ou duas? Se a mãe ou o pai gemem quando fazem sexo? Se dizem mal do neofascista Cavaco Silva? Se detestam o Passos Coelho e o mentiroso do Paulo Portas? O que vem a seguir? O que será mais prejudicial? O fumo do cigarro do pai ou da mãe esporadicamente ou a poluição produzida sistemáticamente pelos automóveis e outras fontes de origem poluidora? Será mais prejudicial o fumo ou a inexistência de ordenados para manter dignamente a família e, principalmente os filhos? E as dificuldades existentes no acesso à saúde – criadas por este governo? E a alimentação (saudável)? É que já há crianças e adultos subnutridos. Que passam fome. E isso é responsabilidade de quem? Do governo. Governarem mal também nos mata, não é só o tabaco. Pois o melhor é encafuar esses trastes do governo no campo de concentração. Ou não será, senhores neofascistas? Por favor, uma campanha de sensibilizaçaão para os pais fumadores. Por favor, deixem os fumadores em paz, esclareçam-nos, eduquem-nos. Por favor, deixem também os judeus fazerem a vidinha deles. Campos de concentração ou arremessos de métodos pidescos não. Agradecida.

Ana Castelar

1 Comentário

Filed under Uncategorized

Quem te avisa teu amigo é…

ng1674883

O ministro disse: “O que aconteceu ontem na ‘manif’ das Forças de Segurança “não voltará a repetir-se”. Quem disse? Quem disse? Foi Miguel Macedo, ministro da Admnistração Interna, o ministro das polícias. Que interessante, esta certeza de Macedo. Referia-se ao facto de o protesto e os polícias terem subido simbólicamente as escadarias em frente à Assembleia da República. Quem disse? Quem disse que não se volta repetir? Como terá ele tanta certeza para o afirmar com tamanha convicção? O que o ministro Macedo fez lembrar foi aqueles gatos que apesar de assustados bufam e mostram-se assanhados mas fogem céleres na primeira oportunidade. É que pode não mais se repetir com as polícias mas pode muito bem ser uma estreia para os militares… Ou para os portugueses em geral. Nunca se sabe. O que se sabe é que quem te avisa teu amigo é… Em sentido mais abrangente: Quem vos avisa são democratas e vossos amigos estão a ser. É o caso de alguns que têm avisado.

Graça Pádua

Deixe um comentário

Filed under Uncategorized

Escadaria acima

sem nome

Ao mesmo tempo que na passada quinta-feira (21) figuras proeminentes da democracia, da justiça e da liberdade estavam reunidas na Aula Magna da Universidade de Lisboa, em Defesa da Constituição e da Democracia Social, a polícia desfilava em protesto pelas ruas da capital rumo à Assembleia da República, com o objetivo de deixarem bem expresso aos que cegamente legislam e aprovam as propostas do governo que nem a sua classe profissional nem os portugueses têm capacidade para serem mais vitimados com mais cortes nos seus parcos direitos e ordenados, nem com a subida de impostos indiretos e custo de vida. Alguns milhares de polícias desembocaram no largo frontal de Assembleia da República e a uma só voz manifestaram o seu protesto. Porque todos sabemos que os protestos – apesar de justos – não encontram no governo o interlocutor que devia ser de cariz democrático, porque os protestos têm por leitura do governo e do Presidente da República o tradicional “deixa-os falar”, os polícias consideraram por bem fazer algo diferente. Invadiram as escadarias frontais à Assembleia da República. Área de acesso proibido sempre que há por ali manifestações. Área que é ambicionada por todos os manifestantes para ficarem mais próximos do edifício e assim se fazerem ouvir melhor no parlamento onde os deputados em maioria (PSD-CDS) servem com requintes de malvadez a miséria e a perda de direitos e liberdades aos portugueses em aprovação doentia das propostas do governo liberal-fascista de Cavaco-Passos-Portas. Escadarias a cima os polícias deixaram a sua mensagem (a que chamaram “gesto simbólico): Para a próxima pode vir a ser pior e não nos ficaremos pela máxima proximidade do exterior do edifício. Para a próxima invadiremos a Assembleia da República. A mensagem foi clara. Aliás, os militares, através da sua assossiação, já deixaram bem expresso que reconhecem legitimidade e apoiam os protestos da polícia, dos polícias. Até declararam que estão a equacionar a possibilidade de também eles fazerem o mesmo e virem para a rua. Hoje, por coincidência, ou “por coincidência”, estão a fazer um protesto simbólico dentro dos quartéis. Num sentido mais alargado e correspondente à realidade, a maioria dos portugueses está em constante protesto simbólico dentro de suas casas, constatando que não têm como pagar as contas básicas da eletricidade, do gás, da água e da alimentação. Nem têm verbas que bastem para os transportes, para as escolas dos filhos, para vestuário, para manter a saúde, etc., etc. E se a polícia, os militares, os portugueses acordarem um dia dispostos a abandonarem os gestos simbólicos, mandarem os simbolismos à malvas e mostrarem aos que fazem vista grossa e orelhas moucas (Presidente da República, governo e deputados da maioria PSD-CDS) que estão fartos deste rumo para a miséria a que têm obstinadamente conduzido Portugal? Então sim. Então, isso acontecendo, a sabedoria e alarmes que vêm sendo feitos por inúmeros sábios vai demonstrar a verdade das suas palavras, dos seus avisos. Caso de Mário Soares: “É preciso ter a consciência que a violência está à porta”. Disse repetidamente. Requereu a demissão de Cavaco Silva e do governo. Implorou: “Não desgrace mais Portugal, senhor Presidente da República”. Acusou Cavaco de não cumprir nem fazer cumprir a Constituição. De tudo isso resulta por parte de Cavaco e do governo vista grossa e orelhas moucas. Até ao dia em que tudo e todos decidam caminhar escadaria acima. Que o bom-senso dos liberais-fascistas permita que tal não aconteça. Que se demitam, por uma boa causa: Portugal e os portugueses.

Otávio Arneiro

Nota: Paulo Portas, vice-primeiro-ministro, afirmou que Soares está a legitimar a violência com as suas palavras. Nada disso. Desde há dois anos quem tem vindo a legitimar a violência (que é desejável não ocorrer) é o governo e o PR (ao servir de protetor fanático das atuais políticas). Também Paulo Portas tem a sua grande quota-parte nessa legitimação da violência. As razões são sobejamente conhecidas e residem nas políticas erradas impostas por este governo e que têm desgraçado ainda mais Portugal.

Deixe um comentário

Filed under Uncategorized

Extinção da Comissão Europeia

imagesCAHRNIOA

A Comissão Europeia devia ser extinta se acaso não consegue estar ao serviço dos países que constituem a União Europeia. Em seu lugar podem muito bem (muito mal) nomear uns quantos funcionários robotizados ao serviço dos Mercados, e às suas ordens na defesa de suas conveniências. É que assim a transparência seria facto e iniludível para os cidadãos europeus. Esses robôs não seriam eleitos, pois também os da atual Comissão não são eleitos pelos europeus mas sim por membros dos “seus clubes”. Além disso a vantagem de sabermos que não existia uma Comissão Europeia como a atual, paga pelos europeus, ao serviço dos Mercados e de quem mais tiver influências e riquezas, deixaria de provocar tanta ilusão (nos ingénuos ou tontos), tanta revolta e insónias (nos mais esclarecidos). Desse modo até se compreenderia que os Mercados, donos e executantes transparentes da Comissão Europeia, cometessem as chantagens e outras porcarias como a atual e dita Comissão. Cito o caso referido no título do Diário de Notícias de hoje “Chumbos do TC podem dificultar regresso aos mercados”, em relatório da tal Comissão. Creio que é a enéssima vez que a tal Comissão ao serviço dos Mercados lança chantagens a Portugal e pressão inadmissivel ao Tribunal Constitucional de Portugal. Pensando melhor este é um declarado ataque e ofensa a todos os portugueses que fazem questão em respeitar as leis e ainda mais a matrix da lei, a Constituição. É evidente que Cavaco Silva, o estuporado e dito presidente da República (de alguns) não se ofenderá, por ser também ele um dos que não respeita a matrix da lei, a Constituição que falsamente jurou cumprir e fazer cumprir. Do mesmo modo os membros do governo não se ofenderão. Eles são os principais atores da produção de inconstitucionalidades. Afinal até sabem que têm sempre o aval do presidente deles. O que os portugueses esperam é que, apesar daqueles abutres da democracia e de Portugal, o Tribunal Constitucional cumpra o seu dever e assim faça valer o inscrito na Constituição legitimamente aprovada por representantes legítimos dos eleitores portugueses – legitimidade que os atuais (governo e Cavaco) já não possuem. Quanto a Durão Barroso… Devia ser expatriado por Portugal. Ofereçam-lhe qualquer nacionalidade com muitos cifrões que ele aceita e saberá servir afincadamente.

Pepe

1 Comentário

Filed under Uncategorized

Farsa do clima em Varsóvia – ONU

sem nome

O faz-de-conta dos países mais poluidores, patrocinado pela ONU, acerca dos problemas climáticos, dá nisto: “As principais organizações não-governamentais ambientalistas, como a Greenpeace e a WWF, decidiram abandonar a Conferência do Clima de Varsóvia antes do encerramento oficial, previsto para sexta-feira, dada a falta de avanços.“ Da Agência Lusa, no Expresso. A ganancia do lucro e do assalto à posse de muito mais lucros na ordem de valores astronómicos sem tomar em consideração os reais interesses da natureza e da humanidade, como é o caso das agressões pulidoras que agridem, alteram e afetam o clima de modo irreversível, fizeram com que ONGs absolutamente acreditadas, responsáveis e documentadas – quanto aos crimes que vêm sendo cometidos e resultam nas alterações climáticas – abandonassem o verdadeiro circo montado em Varsóvia e onde nada ficará resolvido quanto à implementação de medidas efetivas e extremamente necessárias para a urgente recuperação  das condições climáticas que, naturalmente, serão adequadas à natureza e aos seres humanos. O faz-de-conta destas Conferências do Clima têm sido constituídas por aberrantes farsas que visam deixar tudo na mesma ou ainda pior, em prol do benefício dos países ricos e das grandes corporações – que têm por único objetivo lucros de milhares de milhões de dólares ou de euros e nada mais que isso. A natureza que se lixe e a humanidade também. É o que fica patente da farsa do clima em Varsóvia, com o aval da ONU.

Zara Bettencourt

1 Comentário

Filed under Uncategorized

Nobel e outros galardões valem zero

sem nome

Antes foi Obama Nobel da Paz sem que para isso tivesse contribuído (para a paz). Antes pelo contrário. Assim que tomou posse da presidência dos Estados Unidos da América partiu para a guerra, ainda mais guerra, cada vez mais guerra. Manteve as masmorras de Guantanamo e quanto a torturas aos adversários e até a inocentes tem sido um corrupio de denúncias. Prisões arbitrárias e contrárias à soberania de cidadãos de outros países é o que mais consta no rol dos EUA presididos por Obama. Só por curiosidade: ainda hoje pudemos ler nos jornais que Obama está com o mais baixo índice de popularidade que alguma vez um presidente daquele país teve. Obama não agrada a gregos nem a troianos, só agrada àqueles a quem tem de servir sem que os denuncie inequivocamente. Obama é uma fraude e em nada merecia o Nobel da Paz. Por essas e por outros aquele galardão já vale zero. Mas não só o Nobel está em causa. Sim outros galardões. Por exemplo: o chamado Prémio da Paz Indira Ghandi. Este ano vai para a senhora Merkel. Notícia: “Angela Merkel foi distinguida ontem com o Prémio Indira Gandhi para a Paz 2013 pela sua “liderança exemplar na Europa e no mundo durante a crise financeira” global, noticiou o Times of India.” Tenham dó. A Merkel merece é uma barra de sabão para lavar aquela arrogância e a obstinação de condenar à fome e à miséria os povos do sul da Europa. Nobel e outros galardões do género valem zero exatamente por isso. Nem são motivo de orgulho para os povos que sofrem, enquanto as hipocrisias nacionais e internacionais se mantiverem afastadas das realidades dos governados e couber só aos do mesmo clube das elites lamberem-se e venerarem-se uns aos outros porque estão carentes de veneração mas são repudiados, hostilizados e odiados pelos povos que sofrem com as suas más políticas, com os seus roubos, corrupção e despotismos mascarados de democracia.

Ana Castelar

Deixe um comentário

Filed under Uncategorized

Mao Tse Tung atirava camarada Durão Barroso para campo de reeducação

DURO_1~1

O tratante (aquele que trata, e “trata-se” bem) da UE, Barroso, que também é Durão, fala para os chineses com um enorme à-vontade, maoista que foi. Diz o jornal i que “A União Europeia é o maior parceiro comercial da China e esta é o segundo parceiro da UE”. Sendo ou não uma parceria estratégica devidamente delineada o que é certo é que Barroso sentiu-se impelido a mentir aos chineses do mesmo modo que mente aos europeus. Segundo o i: “O crescimento económico na zona euro “foi pequeno”, mas a recessão “ficou para trás”, disse o presidente da Comissão Europeia, José Manuel Durão Barroso, numa entrevista difundida hoje pela Televisão Central da China (CCTV).” Que a recessão ficou para trás (mentira) ele disse. O que não disse foi que muitos milhões de vidas de europeus também ficaram para trás e outras até se finaram (suicidaram, e continuam a suicidar-se) com esta crise que permite a um grande bando mafiosos roubar aos contribuintes para entregar valores públicos aos bancos… e ainda muito pior que isso – que é sabido e aqui seria fastidioso referir. Acrescenta o i que “Na entrevista, concedida ainda em Bruxelas, a propósito da próxima Cimeira anual China-União Europeia (UE), Barroso realçou também que “as dúvidas acerca do euro desapareceram”. Outra grande mentira. A UE está mais para se desintegrar que outra coisa. O euro idem. O que espanta é que este Barroso maoista de papel – como o tigre definido por Mao Tsé Tung em tempos – tudo faz para ludibriar e se fazer perdurar (e aos seus comparsas) na árvore das patacas que é aquilo a que chama União Europeia e que até nem é mais nem menos que um clube de uns quantos países ricos que estão a colonizar e a explorar os países europeus pobres. Tanto assim é que os ricos estão cada vez mais ricos e os pobres cada vez mais pobres, para não variar. Afinal o camarada Barroso (Durão) falou para chinês ver. É a arte de enganar em toda a língua em vez de ser em toda a sela. Ai se o camarada Mao pudesse tratar da reeducação de Barroso. Certinho e direitinho que o punha a pão e água em trabalhos forçados num campo de reeducação.

Graça Pádua

1 Comentário

Filed under Uncategorized

Tabaco mata. Governo Passos também

imagesCAN2QPYB

Morrerem mais portugueses que mal conseguem sobreviver em Portugal é bom ou é mau? Para o governo é bom. Quantos menos formos melhor, principalmente se formos pobres, pensionistas, velhos caquéticos, doentes, deficientes de toda a espécie, desempregados, sem-abrigo a comerem na Sopa do Mota Soares, etc, etc. É mau para as famílias, para os amigos que convivem na miséria com o então defunto. É mau para a Santa Casa da Misericórdia porque tem de subsidiar os imensos funerais aos pobrezinhos (mas a médio prazo compensa porque já não tem de os aturar nem dar a tal paupérrima ajuda na miséria, quando dá). É bom para o próprio (o depois defunto) porque acaba o seu sofrimento, o seu martírio, a sua pena ditada por políticos, por um governo e Presidente da República recheados de sacanice e indiferença por uma vasta maioria dos seus concidadãos. O rol de aspetos bons e maus, quando os portugueses da plebe morrem, são inúmeros. Acaba aqui a inclusão desse rol porque a abordagem que há para fazer tem que ver com um título de jornal, o i online. Diz ali: Tabaco responsável por 10.600 mortes em Portugal em 2012. Isso é bom ou é mau? Lá voltamos ao mesmo e não é o que quero. A resposta: É bom e é mau. Já inscrevi no texto alguns desses aspetos. Neste caso é bom para o governo. Foram mais 10.600 pobretanas que “marcharam” para o Belzebu ou para o São Pedro e que, principalmente, deixaram de pesar no Orçamento de Estado. Como eram uns tesos poucos ou nenhuns impostos pagavam. “Que alívio”. Devem exclamar em coro os presentes no Conselho de Ministros. Neste caso, ainda para mais, eram uns fumadores inveterados. Após o tal coro quase podemos apostar que algumas daquelas cabeças de conteúdo fétido e atroz devem ter magicado que melhor seria, já que o tabaco mata que se farta, inscrever nos maços de cigarros dos pobretanas, os mais baratos, algo do género: Por favor fume, mate-se depressa. Seja patrótico. “Era uma boa ideia”. Podemos imaginar que terá pensado Cavaco Silva, o tal Presidente da República que é só de alguns portugueses daquela espécie de república que ele considera representar. Ainda para mais porque no desenvolvimento da notícia, no i online, é acrescentado que “A região do Alentejo era, em 2011, a que tinha uma mais elevada taxa de mortalidade por doenças associadas ao tabaco, de acordo com uma nota hoje divulgada sobre o relatório “Portugal – Prevenção e Controlo do Tabagismo em Números”, que será apresentado na terça-feira em Lisboa.” Mas que boa maneira de acabar com os comunistas alentejanos. Deve ter pensado alguém lá daquela roda do Conselho. E onde haverá mais comunistas para se pôr os gajos a fumar? Deve ter perguntado o morador em Belém. Conjeturas, delírios de quem está por aqui a preencher este Balneário Público. Por favor, não fumem. Não queimem tabaco. Em vez disso “queimem” o governo e o Presidente da República. Viremos esta terrível página do presente e do futuro de Portugal. Não façam a vontade ao governo. Não emigrem. Não fumem. Não morram.

Zara Bettencourt

1 Comentário

Filed under Uncategorized

César das Neves Barriga Cheia

cavaco-silva-salazar-possuido

Dos jornais, no i. Um tal economista, ligado a Cavaco (só podia ser) disse em entrevista ou num colóquio de “sábios” que “a maioria dos pensionistas estão a fingir que são pobres”. Mas como, se está provado que 85% dos reformados ganham menos de 500 euros? Quem o diz é o Económico, lia-se ali isso mesmo em Abril de 2012. Este ano tudo está pior (houve mais cortes e tudo é mais caro) e, portanto, certamente esse número em percentagem deve ter engordado. Atualmente qual é a percentagem de pensionistas a menos de 500 euros, 90%? E esses tais 500 euros abrangem que percentagem? E os que nem sequer recebem 300 euros quantos são? E os de 400 euros? É ou não verdade que tudo sofreu cortes? E com 500 euros ou menos não se é pobre? Este César Cavaco. Perdão, César das Neves, fala de barriga cheia, a abarrotar, e vem com estas conversas estúpidas, como estúpidas são as mentes perversas de imensos economistas e gestores que falham constantemente e redondamente nas suas previsões. Já existe uma corrente de portugueses zngados que em vez de chamarem estúpido aos vizinhos do lado lhe chamam economistas. E se não são para lá caminham, de barriga cheia. É o que nos têm demonstrado sempre, porque passam a vida a falhar lá do alto das suas sapiências cheias de números e de flops. De tangas. Tantas e tão grandes quanto os escandalosos e imorais ordenados, subvenções e mordomias que recebem ao fim do mês. Pagos para falharem. Portugal está farto destes césares de barriga cheia. Em Belém também está lá um do mesmo género, Cavaco Silva. Esse, então, está tão abarrotado que se lhe desse para vomitar Lisboa ficava inundada com a fortuna das “aplicações” (como ele lhe chama). E até é reformado, coitado, só com uma ninharia que se aproxima (ou ultrapassa) dos 10 mil euros mensais (fora o resto). Ora é por esses e por outros que isto anda tão mau e tão mal… enquanto não se fizer justiça. Dêem a César o que é de César, a taça das bacoradas, das mentiras, das tangas, dos flops. César da Barriga Cheia.

Ana Castelar

1 Comentário

Filed under Uncategorized

Trair Portugal, subserviência aos EUA

1-07171302_CA967162-B341-4FEB-88DD-FECB0766BF67$$738d42d9-134c-4fbe-a85a-da00e83fdc20$$2cda0c20-a81d-4677-b37f-04c12e77a1e1$$img_carrouselTopHomepage$$pt$$1

A subserviência dos políticos portugueses e outros do mesmo jaez perdura desde tempos imemoriais. Atualmente ainda com mais gravidade que durante o regime fascista de Salazar. Nunca se sabe se na Presidência da República ou na sede do governo português teremos um agente da secreta norte-americana ou de outra potência que lhe leve vantagens. É a traição. Uma traição que toma corpo num exemplo: “Governo cede dados biométricos e biográficos dos cidadãos portugueses aos Estados Unidos”. Neste título pode ficar a saber mais mas, no entanto, esta questão já é “velha” de uns quantos anos. Se esta cedência de dados não é inconstitucional e se não configura uma traição… senhores, então o que configura uma traição? Tudo isto, que é muito grave, para abordar o que podemos considerar o “prato do dia”: a colaboração da secreta portuguesa (a nova PIDE) com a agência norte-americana NSA. Diz o jornal Expresso de hoje que “Secreta portuguesa colabora com NSA”. Secreta e governo desmentem. Posteriormente ao desmentido o Expresso volta a referir em nota da direção “O Expresso reitera integralmente a notícia publicada este sábado sobre a partilha de informações com a NSA, podendo garantir que essa partilha foi regular e teve como principal objeto os PALOP, entre outros assuntos”. Os PALOP, os “nossos irmãos africanos”. Tão amigos que somos deles. Tanto que até vendemos informações sobre aqueles países e seus cidadãos ao país mais criminoso do mundo que por via da força assume-se como o “polícia do mundo”. Um muito mal polícia. Muitas vezes um polícia assassino e ladrão. Traímos deste modo os países “nossos irmãos de África”. Pois então. Conclui-se que na amálgama de chafurdas que estão no governo e nos agentes que constituem atualmente a nova PIDE a ética não existe, o respeito e obrigações para com a Pátria é letra morte, a traição a irmãos da mesma língua e da mesma história (muitas vezes triste) é comum. Em vez de se pautarem pelos valores éticos assistimos a políticos e outros agentes, ditos portugueses, a traírem ao serviço de uns EUA em declínio moral, cívico, garbosamente ignorante e violador dos Direitos Humanos, do Direito Internacional e da Democracia. São estes os portugueses que temos… Ou por outra: são estes os traidores que tomaram os poderes em Portugal e que à espera de contrapartidas de vantagem própria, se for preciso, até vendem a mãe, o pai, a mulher e os filhos. É o que de todas estas “histórias” vindas a público (umas gotinhas) podemos e devemos depreender. Que a secreta e o governo desmentem. É evidente que sim, que só podem desmentir. Queriam que se assumissem traidores dos compromissos de cooperação e fidelidade irmã com os PALOP? Ou com Portugal e os portugueses?

Álvaro Tomeu

2 comentários

Filed under Uncategorized

Políticos de cá. Se passarmos a vida a sustentar chulos somos as suas putas?

718592

Os políticos sabem-na toda. São uma das ordas salafrárias a que melhor se aplica o “eles comem tudo”, “vampiros”, “cambada de mamões”, “bando de ladrões” ou o vulgarissimo “chulos”. Não são todos, mas quase todos. Muitos deles. Demais. Refira-se que tudo isto vem a propósito dos famosos cortes que o governo de Cavaco-Passos-Portas vem anunciando para e nas mordomias dos políticos. O banzé nos jornais e restante comunicação social dizia que desta vez ia haver cortes “duros e a sério” nas subvenções e outras mordomias de que os políticos beneficiam e que os cortes tomariam em consideração os bens mobiliários dos beneficiários – os tais salafrários. Era justo. Pois era. Era, não era? O banzé foi nesse sentido mas agora já não vai ser assim. Afinal os bens imobiliários já não vão contar para nada. Dos jornais e no Público o golpe é intitulado “Corte nas subvenções dos políticos deixa de ter em conta património mobiliário”. Vá ler tudo e fique a saber como se fazem os cambalachos e os “volta atrás”. Pois claro. A maioria parlamentar não quis, afinal, acabar com tanta mama. Os do PSD, do CDS e… adivinha-se que os do PS mudaram de ideias. Se os salafrários tiverem uma casa a abarrotar de ações… essas não contam, ou uma mina de ouro, ou de diamantes, ou negócios que não lhes dêem rendimentos declarados (o que não é dificil de conseguir através das vigarices e economia paralela em que são peritos). O cambalacho foi montado mais uma vez pelos do costume. E moram todos na Assembleia da República… e em imediações correlativas. Legislam em suas conveniências. Cortes sim, mas só para fazer de conta. Ou com as fugas que permitam que eles e os da sua condição prossigam a mamar nas tetas dos que produzem e são sistemáticamente espoliados com o epíteto de contribuintes. Mais valia chamarem-nos putas, já que passamos a vida a sustentar os chulos. Aos políticos de cá…

Curiosidade: Já agora. No Público, na notícia que refiro, porque será que a fotografia de Cavaco Silva está inserida na notícia? Mensagens subliminares? Se calhar até nem tem nada que ver com nada. Pois não…

Manuel Tiago

1 Comentário

Filed under Uncategorized

Inspeção do trabalho a dormir. Convém

sem nome

As falas contra os sindicatos e contra as leis laborais em vigor vêm subindo de tom de governo para governo, de ano para ano. Pior ainda quando é a direita liberal-fascista a estar de posse dos governos. Atualmente ainda é mais significativo e acutilante esse ataque aos sindicatos e às leis laborais. Compreende-se quando nos deparamos com um ocupante de Belém, na Presidência da República, e um governo que se esforçam por cumprir a agenda do liberalismo-fascista neste mandato. Deles, desses, outra estratégia e azáfama não seria de esperar. Como se não bastassem esses dois poderes com tanta vontade de instalar em Portugal o esclavagismo, vem a predadora troika usar das suas pressões para que a morte dos sindicatos e dos direitos laborais se cumpra num ápice. Disso nos dá conta a notícia no Sol: “A troika tentou, nas últimas três avaliações, que o Governo tirasse poder aos sindicatos no que diz respeito à negociação e à contratação colectiva.” E desenvolve: “As propostas do documento Portugal: Labor Market Policies – Issues for Discussion, a que o SOL teve acesso, e que as centrais sindicais apenas conheciam através de conversas com representantes do Governo português, constituem, segundo estes, uma tentativa de ‘quebrar a espinha aos sindicatos’.” Acrescenta ainda no parágrafo seguinte que “O Governo rejeitou a pressão da troika, na 7.ª avaliação de Junho e de novo em Setembro, na dupla avaliação, mas a ameaça de nova alteração nas leis laborais pode voltar se Portugal tiver de recorrer a um segundo resgate e submeter-se a um novo memorando. “Eles não vão desistir. As conversas que já existiram foram muito duras”, explica ao SOL fonte da maioria.” É evidente que não podemos acreditar que as recusas do governo tenham que ver com a sua disposição em defender os sindicatos e os trabalhadores. A verdade é que estando o governo a braços com quase uma revolta popular, uma desobediência civil que só precisa de um pouco de faísca para incendiar o rastilho, achou por bem mandar às malvas a proposta da troika e dos grandes interesses capitalistas e liberais-fascistas que a troika declaradamente serve. Cavaco-Passos e Portas, o PR e o governo sabem muito bem na camisa de onze-varas em que se iam meter caso aquiescecem às pretenções troikanas. Tal não significa que não venham a ter a veleidade de tentar mais tarde o que agora não consideraram oportuno. O alerta deve estar latente, o esclavagismo da modernidade já está em vigor em diversos países. Essas mesmas práticas já são usadas sobre os trabalhadores por imensos empresários fora da lei, sem que a fiscalização do trabalho funcione. Basta responder a determinados anúncios para emprego, publicados no Correio da Manhã (ou noutros jornais), e perceber que existem restaurantes a exigirem horários de trabalho diário de 10 horas e mais, somente com um dia de folga. O que perfaz 60 horas de trabalho semanais (e mais). Vencimento: salário minimo nacional (que não chega a 500 euros). É ilegal. Se isto não é criminoso e liberal-fascista o que é? Mas não é só na indústria hoteleira (cafés e restaurantes) que estas ilegalidades acontecem. Noutras áreas profissionais também. A inspeção do trabalho faz que anda a dormir. Convém. Que se cumpra a vontade dos esclavagistas e que os escravos sobrevivam à míngua. Só com um PR como Cavaco e um governo com Passos e Portas tal é possível. Liberais-fascistas que abusam do poder que lhes foi conferido. E a revolta para quando é?

Pepe

1 Comentário

Filed under Uncategorized

Maldita cocaína

imagesCAGIP9XU

Referem hoje nos jornais que “Estudo da Faculdade de Farmácia da Universidade de Lisboa, com base na recolha de amostras de águas residuais da capital, conclui que no intervalo de um mês, em 2011, foram consumidas 7490 doses de 100 miligramas de cocaína impura.No Expresso. No desenvolvimento da notícia adiantam que “Um valor que o coordenador do estudo acredita ficar abaixo do que seria encontrado casos os dias das colheitas coincidissem com os fins de semana. Embora Álvaro Lopes sublinhe também que a zona rastreada, além de parte de Benfica, Amadora e Oeiras, integra o Bairro Alto, Santos, Cais do Sodré e Docas, logo, áreas onde Lisboa concentra vários  estabelecimentos de diversão nocturna.” E seguem com mais texto. Vá ler se achar que lhe interessa. O que aqui podemos concluir sobre isto é que a maldita cocaína lisboeta subiu no consumo e isso não é compatível com a crise em termos de falta de dinheiro. O dinheiro que não temos. Então como é que compram a cocaína? Tem de haver uma explicação plausivel. Posta a questão, assim deste modo, a um toxicodependente conhecido e credível (engenheiro, empregado e com bom ordenado) ele avançou que “há esquemas”. Esquemas? Mas que esquemas são esses que viabilizam aos que estão sem dinheiro conseguirem comprar e consumir cocaína caríssima? Esquemas? Que esquemas? O engenheiro, toxicodependente respondeu com ironia para depois pôr tudo mais evidente, assumindo um sorriso maroto: “É fácil, são esquemas. O método é o mesmo que o daqueles políticos que conseguem ter níveis de vida – e proporcionar às famílias – em muito superiores ao que aparentemente e legalmente auferem. Brutas casas, brutos automóveis (até para as/os serviçais), os filhos em grandes colégios e universidades, boas jóias e vestidos, bons fatos, camisas e calçado, piscinas, amantes, etc. etc. Isso conseguem através de esquemas. Não roubam. São esquemas.” Ai aquele sorriso maroto com laivos de uma boa moca. Esquemas? Roubam! Intrujam. Corrompem e são corrompidos. Maldita cocaína lisboeta. Não só lisboeta, afinal. Disso, desses esquemas, há por toda a parte. Está visto e é sabido. E a justiça, senhores?

Zara Bettencourt

Deixe um comentário

Filed under Uncategorized

FMI. Basta de tanta carneirada lusa

sem nome

Primeiro que era assunto para se resolver até 2013/14, dizia o FMI, agora vêm dizer que o “FMI diz que Portugal precisará de dose significativa de austeridade”. Nem sequer é possivel expressar o que podemos e devemos pensar e pronunciarmo-nos sobre estes filhos de umas grandes putas. Mas, está bem, afinal eles estão todos alinhados. Os do governo com o FMI, o FMI com os do governo, Cavaco com os do FMI e com os do governo, a alta finança a dar ordens, e estes serviçais a operar contra o país. Portugal está entregue a quem? Aos salafrários do costume. Um (Cavaco) porque foi primeiro-ministro durante mais de uma década (agora PR) e serviu exemplarmente aqueles que, afinal, eram os seus mandadores, e à UE – já então a vislumbrar aposssar-se deste país quase milenar. Outro (Passos) da mesma escola, formado na juventude cavaquista, que assume agora ser o liquidatário da nação lusa na agricultura, nas pescas, na indústria, no comércio, na economia em geral. Estamos perante uma súcia de malfeitores e traidores desta nação de Viriato e de Afonso Henriques… E os portugueses atuais fazem o quê? Como reagem? Aquiescem? Sim. Cobardes! Traidores! O motivo, não a razão, desta explosão pessoal deve-se ao que o FMI, a UE nos seus mais elevados signatários, nos mais elevados servidores da alta finança global, faz em relação a Portugal: considera-nos colonizados. Se o somos é porque estamos com uns governantes e uns políticos traidores e, principalmente, porque está em Belém, na presidência da República, um traidor enorme. Tão enorme quanto enorme é a nossa falta de respeito no cumprimento das leis constitucionais. Os portugueses que pensem nisto e se sintam o que devem: traidores da Pátria Lusa. Porque o são. Basta da existência de tanta carneirada!

Otávio Arneiro

1 Comentário

Filed under Uncategorized

Automobilistas selvagens. E a polícia?

passadeira

Os lisboetas que hoje de manhã tentaram estacionar o automóvel no parque ao ar livre do Saldanha, em Lisboa, depararam-se com os lugares ocupados por cadeiras de rodas, iniciativa que pretendeu alertar para a utilização indevida dos espaços reservados a deficientes. Esta ocupação e incómodo para os automobilistas vai acontecer em muito mais dias se nada fôr feito e a falta de civismo dos automobilistas não forem reparados. A selvajaria de imensos automobilistas cresceu nos últimos tempos a um ritmo superior à crise económica e financeira. É vê-los a impedirem passeios. É vê-los a acelerar quando os semáforos ficam com sinalização amarelo ou mesmo quando acaba de cair o vermelho. É vê-los acelerar quando não há sinalização semafórica – para passarem antes dos peões. É vê-los a fazerem rasantes nos calcanhares dos peões quando estes estão a passar nas passagens de peões, sem esperar que as pessoas acabem de atravessar. É vê-los a exibirem o seu estresse e a sua falta de civismo nos “bólides” distribuídos para o seu trabalho ou nos de sua propriedade. É vê-los a aumentarem as estatísticas de atropelamentos com mais ou menos gravidade. É vê-los. O que pouco ou nunca se vê são polícias a refrear as tendências animalescas dos condutores selvagens que só por isso – dotados que estão de selvajaria – arremessam aquilo que consideram uma arma (o automóvel) contra o frágil ser humano que atravessa a rua e que por isso se coloca à sua frente e os “empata” nas suas pressas. Eles, os do volante, andam a sentir-se os reis do asfalto, dos passeios, da impunidade e da mais que evidente falta de educação, de civismo e de lembrança de que também eles são peões quando têm de sair de dentro dos seus bólides poluidores, ameaçadores, contundentes e, tantas vezes, assassinos. Está mais que comprovado que estes maus modos só estão em crescendo porque a polícia pelas ruas quase não se vê ou nem se vê mesmo de todo. E quando vimos polícia é dentro de uma viatura – dois ou três – a olhar para um lado e para o outro, a cavaquearem, mas sem nada fazer de útil e de imperioso no cumprimento da lei e proteção dos cidadãos. Andam todos à procura de ladrões, de mauzões, de terroristas? Pois então os terroristas andam ao volante dos carros que ladeiam os da polícia. Contribuir para a polícia para os ver a passear de automóvel ou mesmo de moto e raramente os ver andarem a pé em rondas de zonas definidas, parece ser um contributo desnecessário ou, no mínimo, mal empregue. É urgente que aconteça e se veja policiamento pedonal e mão de ferro com os automobilistas boçais. É preferivel a caça à multa do que a caça ao peão. Sem dó nem piedade. Acrescente-se que não é só em Lisboa, no Porto, ou nas grandes cidades, que os peões sofrem e morrem atropelados por falta de civismo e cuidados devidos dos condutores. Em qualquer localidade, com maior ou menor incidência, um automobilista (ou motociclista) selvagem pode estar à sua espera. E a polícia?

Pepe

Deixe um comentário

Filed under Uncategorized

Recolha-se o lixo existente nos poderes

passos-coelho-cavaco-silva-paulo-portas-vitor-gaspar-goodfellas

Lixo ibérico por recolher e incinerar é notícia, no Expresso – por exemplo. Mas ali só é referido “Lixo por recolher há uma semana deixa Madrid conspurcada”. Senhores, então é só Madrid conspurcada? E Lisboa não? Mais. É muito mais. Toda a Espanha está conspurcada e Portugal também. É verdade que o lixo se acumula muito mais nas capitais de ambos os países mas isso deve-se ao facto de haver maior concentração de esterqueiras políticas nas capitais, quer junto e dentro das sedes de determinados partidos políticos, quer dentro dos respetivos parlamentos. Depois há ainda a considerar o lixo que existe na Zarzuela, apesar de real, e em Belém, apesar de cavaquista. Constata-se portanto que a notícia é tendenciosa e manipulada com vias ao obscurantismo que querem propagar por toda a ibéria. Lixo é o que não falta em ambos os países e se quisermos ser mais abrangentes, mais europeístas, mais globais, podemos viajar por diversas lixeiras que tomaram os poderes desde Wall Street, à City, À Casa Branca, ao Eliseu, ao gabinete e imediações da senhora Merkel e idem para o de Durão Barroso na presidência da Comissão Europeia, e etc., e etc. Verdade que no Parlamento Europeu o pivete também é medonho e insuportável. Concluímos assim que lixo à espera de ser recolhido e incinerado há bastante por todo o mundo, mas circunscrevendo-nos aos países “democráticos” do ocidente, ao tal enganadoramente chamado “mundo livre” a esterqueira é demais. Decrete-se que é bastante prejudicial à saúde pública. Que se proceda com a máxima urgência à sua recolha e incineração. A população da ibéria agradece, assim como a europeia, a norte-americana, a africana… Em suma: a população global agradece. A situação de catástrofe sugere uma palavra de ordem: Recolha-se e incinere-se o lixo existente nos poderes.

Zara Bettencourt

Nota: Por ser um lixo mais incomodativo dos portugueses selecionei a foto exposta.

Deixe um comentário

Filed under Uncategorized

Jerónimo e as verdades evidentes

VII Assembleia da Organização Regional de Lisboa do PCP

A denúncia para quem não sabia: “Jerónimo denuncia “política fraudulenta” e ataca Cavaco que “rasgou” juramento. Jerónimo, o secretário-geral do PCP. A abordagem está no Jornal de Notícias. Tem lá muito. Jerónimo chama os bois pelos nomes. Só fica sem esclarecimento quem se estiver marimbando para o que se está a passar de terrível em Portugal. Quer em Belém (Cavaco), quer em São Bento (PM-governo), a estratégia é arruinar Portugal e os portugueses e entregar de bandeja o país e o povo aos novos esclavagistas da economia e finanças global. As corporações capitalistas que já aniquilaram a democracia, apoderaram-se dos poderes e dos políticos que os servem em prejuízo dos países e dos povos. Diz mais, sobre Portugal, Jerónimo de Sousa: “que a maioria governamental PSD/CDS-PP está a “acertar o papel do PS” num futuro próximo para manter as políticas de austeridade, num comício no Campo Pequeno, Lisboa. Que “Definiram objetivos. Escolheram quem são as vítimas e os alvos. Só lhes falta acertar o modo e o papel do PS para salvar e prosseguir a política de direita”. Ainda no Jornal de Notícias: “Para Jerónimo de Sousa, os atuais governantes “estão a preparar novas maquinações e arranjos, novos programas com os mandantes do sistema financeiro e o diretório das grandes potências que o servem para prosseguir a sua escalada ofensiva, visando o empobrecimento dos portugueses, utilizando a mentira e a chantagem”. Leia mais. São verdades evidentes, de La Palisse. Mas certo é que parece que os portugueses não querem atentar nisto e não se dispõem a reagir em uníssono para acabar de vez com estes abusos, com este avanço dos inimigos da democracia, da justiça, das leis constitucionais, da liberdade, dos direitos, dos deveres de governarem em vez de se governarem – como o têm feito abusivamente. Só é cego quem não quer ver. Só não se esclarece quem não quer saber. Há muito tempo que todos nós estamos avisados e vimos, e sentimos o empobrecimento. Há muito tempo que não estamos a reagir como devemos. Defender a democracia, defender Portugal.

Manuel Tiago

Deixe um comentário

Filed under Uncategorized

Rui Machete, delinquentes ao ataque

rui-machete-pobre-do-bpn

Rui Machete, do Bando de Cavaco Silva… ou dos do governo – coisa assim do género declarada por Mário Soares – veio à liça com o papão do novo resgate em preâmbulo para descarregar sobre o Tribunal Constitucional. Declarações à Lusa que pode ler no Económico sob o título: “Portugal só evita novo resgate se juros descerem para 4,5%”. A artimanha completa-se quando lemos que: “O ministro dos Negócios Estrangeiros admite subida do IVA para compensar chumbo constitucional, mas diz que “seria grave”. E que: “Para o ministro, ao fazê-lo, o TC não teria em consideração “que as alternativas são claramente piores, nuns casos, ou não existem, noutros”. O aumento dos impostos seria uma das alternativas, “o que seria grave”.” Mas pelo texto diz mais. Vão ler. Machete, o tal que é avesso à separação de poderes – como se viu no caso Angola, e que mentiu ou fez-se distraído, ou omitiu na Assembleia da República sobre as suas “negociatas” – está na Índia (farta-se de passear) e foi por lá que fez estas declarações (subentende-se). Declarações que demonstram uma estratégia orquestrada e que engloba vários dos coveiros de Portugal, de Cavaco a Durão Barroso, a outros estrangeiros da UE, a Passos, a Portas, etc., etc. O ataque ao Tribunal Constitucional, as pressões, não páram. Ainda muito menos à Constituição. Têm sido eles, os políticos, que governam e que têm governado mal – que se têm preocupado em governar-se – os responsáveis por todo este desaire nacional. Mas todas as culpas passam-nas para o Tribunal Constitucional, para a Constituição. Se isto não é uma devassa e uma fuga de assumir responsabilidades o que será? Bem diz Mário Soares que estes salafrários são um bando de delinquentes – ou coisa assim do género. E são. Não são? Tanto são que voltam sempre e em força ao ataque a tudo e a todos menos a eles próprios, à sua clientela, aos da sua família mafiosa.

Robles Neto

1 Comentário

Filed under Uncategorized

PR-governo. Cangalheiros, coveiros, PS

sem nome

“Orçamento: Cavaco quer que Governo ouça o PS”. É título no Expresso. Diz ainda: “O Presidente da República quer que a maioria governamental ouça as propostas e contributos do PS para melhorar o documento do Orçamento de Estado para o próximo ano.” Que simpático, este PR vocacionado para cangalheiro de Portugal e se possível também cangalheiro do Partido Socialista (PS). Cangalheiro de tudo e de todos que não sejam unanimistas da forma do seu pensamento e desempenho. “Eu é que sei. Deixem-me trabalhar”, é uma das divisas de Cavaco. Recordemos que Cavaco tem estado sempre a tentar comprometer o PS nas políticas deste governo que patrocina e de que é cúmplice empenhadissimo, ou até seu mentor. Quando da crise de demissão de Gaspar e de Portas o PR Cavaco fez das tripas coração para enredar o PS com o governo. E Seguro esteve quase a ceder – parcial ou totalmente – mas vultos socialistas ergueram-se contra a aliança-armadilha montada por Cavaco. Agora, com mais manha, Cavaco volta à carga. Veremos no que resulta. É prevísivel que o PS continue a não se deixar enredar neste orçamento e nestas políticas fúnebres da democracia, da justiça, das liberdades e direitos constitucionais. Cavaco e o seu governo querem o aval do PS para a continuidade e agravamento das suas políticas – assentes na exploração desenfreada, na manutenção do nepotismo e da corrupção, no atropelo da democracia e da Constituição. O que fará o PS? Fará a vontade a Cavaco e ao governo, a dupla de cangalheiros e coveiros de Portugal?

Ana Castelar

1 Comentário

Filed under Uncategorized

Miseráveis mas liberais-fascistas – TSF

1-fascismo

Dizem-se democráticos mas consciente ou inconscientemente advogam o liberal-fascismo de Belém e de São Bento, do Largo do Caldas (CDS) e da Lapa (PSD). A razão desta avaliação tem que ver com o Forúm TSF de hoje. O tema é a greve da função pública (que está a ter adesão muito significativa). É raro ter tempo disponível para escutar este fórum mas hoje ouvi aqui e ali as opiniões dos intervenientes em antena aberta. Conclui que temos em Portugal muitos portuguesinhos liberais-fascistas e até parece que estão mais pelo norte de Portugal. O costume. No norte e centro do país as saudades de Salazar perduram. Proposta da TSF para este fórum que está a terminar e vem desde as 10:20 da manhã (agora é quase meio-dia): “No Fórum TSF vamos olhar a greve geral da Função Pública e pedimos o seu contributo para nos ajudar a traçar um retrato mais completo da situação. O seu dia-a-dia foi afectado pela greve nas escolas, hospitais, finanças ou noutros serviços públicos? Se trabalha para o Estado, que decisão tomou hoje: fez greve ou decidiu ir trabalhar?” O que ouvi das intervenções foi deplorável. Gente que ainda não entendeu que os que trabalham só partem para a decisão de fazer greve por não vislumbrarem outra saída para a resolução dos seus problemas laborais. Neste caso porque o governo não é dialogante mas sim liberal-fascista e declarou a caça aos que trabalham sob a tutela da administração pública. O liberal-fascismo caracterizam-se pelo quero, posso e mando. Quando assim acontece não existe diálogo mas sim uma palhaçada de fingimento de diálogo mas procurando impôr o que já decidiram e o que ditam. Dizem dialogar (os do governo) mas não cedem e se aparentam ceder fazem como aquele alfaite que queria vender o casaco por 200 euros e as calças por 100 (300 euros no total). Confrontado com o pedido de desconto respondeu que sim, que faria desconto: o casaco por 250 euros e as calças por 50 euros. Subia no casaco e baixa nas calças. O cliente perguntou ao alfaite se lhe queria ir ao cu. É o que este governo tem feito. Engana-nos, mente, enrraba-nos. São uma súcia de depravados e traidores. Mas no fórum da TSF, razão deste texto, o que se escutou foram alguns portugueses (mais do norte de Portugal) dando a entender que os trabalhadores, os sindicatos não têm razão e que devem fazer todas as cedências ao patrão governo. Os trabalhadores que trabalhem, que passem fome, que sejam carneiros do rebanho “sim-senhores-ministros”. Felizmente que a maioria dos intervenientes foram favoráveis ao direito e justiça da greve (pela minha percepção do que ouvi). Mas, mesmo assim, podemos concluir que em Portugal existem muitos depenados que não têm onde cair mortos mas que nem por isso deixam de ser saudosistas da ditadura salazarismo nem fiéis aduladores de liberais-fascistas como Cavaco Silva e os do governo. Os que por sua vez servem interesses avessos a Portugal e aos portugueses, interesses que visam o regresso ao antigamente salazarista ou ainda pior. Por curiosidade cito o inquérito TSF em que pergunta se “O seu dia está a ser afetado pela greve nas escolas, hospitais, finanças ou noutros serviços públicos?”. Resultado:  17% SIM – 83% NÃO. O que poderá significar que vasta maioria de portugueses compreendem a necessidade de luta de uma greve e que por isso não recorre aos serviços em greve neste dia e nestas circunstancias. Temos ainda muitos liberais-fascistaas entre os esfarrapados portugueses que são tão estúpidos que nem compreendem que estão a apoiar aqueles que se governam dizendo que nos governam. Gentes que têm por fito empobrecer Portugal e dispô-lo ao serviço da exploração desmesurada do liberal-fascismo que se acoita nos interesses dos agiotas, dos banqueiros, do grande capital, dos mercados. Consolação: a maioria dos portugueses ainda não foi reciclada da democracia e do patriotismo para o liberal-fascismo que foi demonstrado naquele fórum da TSF.

Otávio Arneiro

Deixe um comentário

Filed under Uncategorized

Cães e cadelas ladram, a caravana passa

w620h395

Pobre titi Margarida que nasceu na alta aristocracia e apodreceu. Daquela alminha penada nem sai fado, nem vira. Alinha palavras e há quem goste. Ainda bem. Quando não jamais deixaria a sua dislexia de estimação. Margarida, mas que Margarida? A Rebelo Pinto, que se saiba. Disse ela, e pode saber mais (quem quiser): “Escritora sente “repulsa e pena” por quem se manifesta”. Texto e vídeo. Vale ver e ouvir. Pode ler no Notícias Ao Minuto e numa panóplia de jornais. Margarida gosta de espicaçar para ser falada. Todas as tias gostam. Já andam tão falidas, tão caquéticas, tão definhadas de valores que alinham no vale-tudo. E dão-lhes antena. E entrevistam certas e incertas daquelas múmias plastificadas. Como disse o Otero da Banharia cá do burgo: “Deixem a murcona falar. Esta e outras são piores que a Titi das Meias Rotas”. Qual quê seu grande murcão? É Pipi das Meias Altas, e essa era uma maravilha de miúda. Esta plastificada e silicozada Margarida não é nada disso. Os cães e as cadelas ladram, a caravana passa.

Graça Pádua

NB – Que fique registado: A Margarida pode dizer tudo que quiser. está no seu pleno direito. E eu também. Só que este não é o momento para dizer o que disse sem que não haja quem se melindre. Quem se sinta insultado. Margarida sabe isso muito bem pelo que se pode deduzir que o que ela pretendeu  (carências) foi ser badalada. E resultou.

1 Comentário

Filed under Uncategorized

Aguiar Branco, liberal-fascista

aguiar branco

O totalitarismo da modernidade sob roupagens pseudo-democratas a encobrir critérios liberal-fascistas está em marcha por grande parte da Europa, dos EUA, do mundo ocidental e de alguns que não sendo considerados desse mundo também são adeptos de tal ideologia. Portugal não é exceção. Percebe-se exatamente isso atentando nas políticas confessadas e por confessar de Cavaco Silva, de muitos ministros do governo PSD-CDS e até em algumas franjas do PS – caso de Amado, ex-ministros dos Negócios Estrangeiros no governo de José Sócrates. Chamem-lhes seguidores do Tea Party estadunidense, chamem-lhes o que quiserem para mascarar a realidade e o perigo que representam porque o que são e cada vez mais se revelam é liberais-fascistas. Serviçais do totalitarismo dos mercados, das grandes corporações capitalistas de tendências mafiosas. É essa a Nova Ordem Mundial que perseguem e estão a impôr na Europa e noutros países e regiões do mundo. O poder hegemónico dos EUA e, principalmente, do mundo anglófono, alberga os grandes potentados dessas corporações mafiosas – e já governa em prol e a mando daquilo que também se designa pelos que representam o 1% da humanidade que é detentor do capital global. A predominância do servilismo dos governos anglófonos está bem patente nos programas de espionagem que envolvem com enorme substância e provas mostradas os EUA, a Inglaterra, a Austrália e, muito provávelmente, a África do Sul. Um eixo da anglofonia que visa controlar e totalizar os governos e os sistemas políticos de todo o mundo. Um eixo do mal pelo controlo de todo o mundo. E o que é que isto tem que ver com Portugal? Perguntam (se quiserem). Tem. Portugal, os políticos portugueses, as grandes corporações portuguesas, as máfias portuguesas que acomodam os corruptos quase sempre instalados e influentes nos três partidos políticos considerados do “arco da governação” (PS, PSD, CDS), é – através desses – um serviçal fiel dos poderosos da anglofonia totalitária que já em grande percentagem domina imensas partes do mundo. Títeres desse sistema cumprem fielmente um programa que visa homogeneizar o pensamento único, a informação global única, o comportamento único – a que chamam assertivo mas que é o carneirismo seguidor, vassalo, venerando e obediente. A democracia, nesse modelo de sociedade liberal-fascista não existirá. Já, neste momento e desde há tempos atrás, estão a esvaziar a democracia com esse objetivo. O rumo é o totalitarismo global ordenado e coordenado pela alta finança, pelos mercados. Os tais 1%. O que tem acontecido e está a acontecer em Portugal não é isso? E qual é um dos maiores obstáculos a que os liberais-fascistas avancem mais e melhor em Portugal? A Constituição da República Portuguesa. Por essa razão os ataques que vimos assistindo que lhe fazem. Por essa razão o PR Cavaco Silva trai o juramento que fez de “cumprir e fazer cumprir a Constituição”. Por essa razão decide contra a lei do país com o maior dos descaramentos e impunidade. O governo PSD-CDS é neste cenário seu cúmplice. Seu correlegionário. Têm uma ideologia que não declaram mas que a denunciam nos desempenhos dos cargos que ocupam depois de terem sido eleitos através de uma enorme sucessão de promessas mentirosas, fraudulentas. Aproveitam a democracia para a aniquilar. Quem não se apercebe disso? Parece que nesse estádio existem muitos. Assim é o diligente servidor do liberal-fascismo e ministro da Defesa de Portugal, também dirigente do PSD, Aguiar Branco. Veio agora esse à baila dizendo que: “Eu acho que a revisão da Constituição é uma questão de afirmação da liberdade da sociedade civil”. A Constituição é a espinha que os liberais-fascistas em Portugal vêem como obstáculo ao avanço das suas políticas. Podemos ler no jornal Expresso de hoje, no título “Aguiar-Branco quer revisão da Constituição contra “tentação” de Estado social “totalitário” as patranhas que debitou este ministro de Portugal ao serviço de políticas, essas sim, totalitárias. Globais e totalitárias. É demais, e quase que já nem se importam que percebamos o que têm na ideia, quais os objetivos, e a quem servem. É demais, e uma reação a tudo isto já há muito que tarda. Aguiar Branco, ao engano, declara que o social pode vir a conter o totalitarismo, quando é ele que afinal é um dos ministros e servo deste totalitarismo que estão a instalar em Portugal. Aguiar Branco, liberal-fascista. Tea Party de Portugal?

Robles Neto

1 Comentário

Filed under Uncategorized