O bárbaro da Bárbara e as fofocas

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Já satura. De admirar que os intervenientes citados por tudo que é comunicação falada, vista e escrita não se manifestem dizendo que já basta. Que se metam nas suas vidas e deixem de ser cuscuvilheiros. É que qualquer gato-pingado (ou gata), qualquer tia da linha do Estoril e Cascais, qualquer mulher do povinho, acha-se no direito de falar do desiderato entre o casal Carrilho-Bárbara. Agora é uma senhora da SIC, depois uma outra das que se cruzam no elevador com Bárbara, a senhora da limpeza lá do prédio, a cusca da porteira, o merceeiro… Um sem fim de sabichões fofocas que se divertem a meterem-se na vida dos outros, dizendo verdades e mentiras. Já cansa. Diz uma tal da Sic TV, no Diário de Notícias: “Diretora da SIC recorda nódoas negras da apresentadora”. E numa pinguinha de texto dali retirado a senhora Sic acrescenta: “Não é fácil ter uma pessoa que assalta a nossa casa a meio da noite daquela maneira, com um serralheiro e guarda-costas a bater em toda a gente. As pessoas ficam com medo que isso se repita”, diz a responsável.” Dito. Mas o que deu numa diretora para andar nestas fofoquisses? Ainda se compreende na maquilhadora porque essas, em TV, teatro ou cinema adoram cortar na casaca desta e daquela, ou deste e daquele, adoram dramatizar, serem fingidas (as que são). O DN também se reporta a uma senhora dessa especialidade: “a maquilhadora da apresentadora, é testemunha das nódoas negras. “Disfarcei-lhe muitos, mesmo muitos, hematomas nestes últimos tempos. Ela dizia que tinha caído, mas agora acho que ele lhe batia”, afirmou à Lux.” Pois claro. À Lux, a tal revista cor-de-rosa que até cansa e nos faz estalar a pele. Como esta história triste sobre um casal, no caso Carrilho e Bárbara. Carrilho, que pelo dito tem sido o bárbaro da Bárbara. Quem diria? Respeitem a privacidade de cada um. Tenham maneiras. Se é caso de justiça pois que quem merecer condenação que ela lhe caia em cima. Mas deixem de perseguir o casal. E o casal que tenha juízo e saiba respeitar a sua própria privacidade, o seu direito a tal. Vedetas? Não. Uma escória, talvez seja a definição correta. Fofocas que já cheiram mal.

Graça Pádua

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